Comunicado
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[COMPETIÇÃO] Final presencial da competição de Cozinha Coreana reúne 8 finalistas no CCCB
No dia 17 de novembro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) sediou a final do “Concurso de Cozinha Coreana 2025: Jang”. Com oito finalistas, a final presencial da competição contou com dois representantes de cada instituição participante: ●Universidade Anhembi Morumbi: Carolina de Ferro e Brussi Ferrante da Silva e Marcela Cavalcanti de Faria Vieira Motta; ●Universidade Presbiteriana Mackenzie: Sara Raquel Andrade Melo e Gabriel Novaes Lima Batista; ●Centro Universitário Estácio São Paulo: Thiago Madela e Felipe O. Gama; ●Centro Cultural Coreano no Brasil: Elizabeth Arum Yoon e Rafael Lee. A final teve um corpo de jurados formado por quatro especialistas: ●Chef Regina Hwang, proprietária do restaurante Portal da Coreia, localizado no bairro da Liberdade e já mencionado pela revista VEJA; ●Chef Gregório Kang, chef do restaurante Bicol, na Aclimação, criado por seus avós; ●Chef Rodrigo Freire, do restaurante Preto. Natural de Salvador, indicado ao prêmio Chef Revelação pela revista VEJA, recebeu o prêmio “Taste and Fly” e já figurou na lista da Exame entre os 100 melhores restaurantes do Brasil; ●Carlos Eduardo Oliveira, jornalista gastronômico e autor do fotolivro Coreia do Sul: Cores & Sabores, que inspirou a atual exposição “Em Busca de Hansik” do CCCB. A variedade de pratos apresentados impressionou os jurados. As criações exploraram diferentes formas de utilizar os jang, molhos e pastas fermentados, combinando elementos da culinária coreana e brasileira em receitas doces e salgadas. A apresentação do evento ficou a cargo de Mário Kang, que entrevistou os finalistas e acompanhou cada etapa da competição. Ao final da avaliação, Gabriel Novaes Lima Batista, representante da Universidade Presbiteriana Mackenzie, foi anunciado vencedor com o prato “Feijoada Seoul”, que incorporou o doenjang à tradicional feijoada brasileira. Como vencedor da competição, Gabriel viajará para a Coreia com todas as despesas pagas, incluindo visitas técnicas e experiências gastronômicas. O segundo lugar ficou com Elizabeth Arum Yoon, que apresentou uma releitura do frango coreano com molhos à base de gochujang. O terceiro lugar foi concedido a Rafael Lee, que preparou um prato com costelinha e purê. Eles ganharam cestas de produtos coreanos contendo 20 e 15 itens, respectivamente. Em sua fala final, a chef Regina Hwang ressaltou a importância de competições como esta para ampliar o conhecimento sobre a culinária coreana entre os cozinheiros brasileiros. Destacou ainda o êxito da parceria entre diferentes instituições de ensino e reforçou a necessidade de iniciativas que aproximem o público brasileiro da gastronomia coreana.
Data de Publicação 23 Nov 2025 -
[WORKSHOP] Workshop de Música Tradicional Coreana reúne grande público em São Paulo
Nos dias 17 e 18 de novembro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) realizou o Workshop de Música Tradicional Coreana com os artistas do grupo Hammer, formado por músicos da Universidade Nacional de Artes da Coreia (K-Arts). A primeira sessão ocorreu no dia 17, no Complexo Cultural Oswald de Andrade, no bairro do Bom Retiro. Já no dia 18, a atividade aconteceu no próprio Centro Cultural Coreano, na Avenida Paulista. Ambos os workshops atraíram o público brasileiro interessado em conhecer mais sobre a música tradicional coreana. Durante as atividades, os participantes aprenderam sobre os aspectos históricos e teóricos dos instrumentos tradicionais e tiveram a oportunidade de praticá-los diretamente. Entre os instrumentos apresentados estavam o janggu, tambor em formato de ampulheta tocado com duas baquetas; o jing, grande gongo de metal; o kkwaenggwari, pequeno gongo de alta intensidade sonora; o buk, tambor de duas faces; e o geomungo, instrumento de 6 cordas com forma similar a do gayageum. Grande parte do workshop foi dedicada ao samulnori, gênero de percussão tradicional coreana que combina quatro instrumentos e se destaca por seus ritmos vibrantes e técnicas elaboradas. O grupo Hammer também realizou uma performance em cada sessão, apresentando ao público a energia e a precisão características da música tradicional coreana. Um dos participantes do workshop compartilhou: “Já conhecia sobre o geomungo e gostaria muito de aprender a tocar, mas não há professores ou cursos de fácil acesso no Brasil, então oportunidades como essa são excelentes para poder aprender mais sobre o instrumento e sobre a música tradicional coreana.” Esta foi a última atividade do grupo no Brasil. Após a passagem por São Paulo, os artistas seguiram viagem para dar continuidade ao projeto na Argentina.
Data de Publicação 22 Nov 2025 -
[ESPECIAL] CCCB promove painel sobre iniciativas climáticas e fãs de K-pop na COP30
No dia 18 de novembro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB), em parceria com o Entertainment + Culture Pavilion e o Climate Live, realizou o painel “K-pop Fans for Climate Action” na Blue Zone da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém/PA. Organizado pelo CCCB, o painel foi concebido em consonância com os princípios do recém-criado “Grupo de Amigos da Ação Climática” (clique aqui para saber mais), iniciativa criada pelos ministérios da Cultura do Brasil e dos Emirados Árabes Unidos (EAU), em parceria com a UNESCO. A proposta foi discutir como a cultura e, em especial, os fandoms de K-pop, podem integrar de forma estratégica a agenda climática no âmbito da Convenção-Quadro da ONU (UNFCCC). Com duração de uma hora, o painel iniciou com as palavras de abertura de Vinicius Gurtler, Coordenador-Geral de Assuntos Internacionais do Ministério da Cultura do Brasil, e de Sung-hwan Kim, Ministro do Clima, Energia e do Meio Ambiente da Coreia do Sul, e contou com a participação de Cheul Hong Kim (Diretor do CCCB), Mariana Faciroli (Army Help The Planet), Thalia Silva (Youth Climate Champion – COP30), Dayeon Lee (Kpop4Planet) e Gyu Tag Lee (George Mason University). A mediação foi conduzida por Dominique Palmer (Climate Live). Ao longo da discussão, ganhou destaque o crescente impacto social exercido pelos fandoms de K-pop, que vêm expandindo sua atuação para além do apoio artístico, engajando em pautas sociais e políticas, como na campanha “Black Lives Matter”, em 2020, quando arrecadaram cerca de 1 milhão de dólares para a causa. Os fãs também têm desempenhado um papel relevante em movimentos democráticos na Coreia, como os protestos com lightsticks (bastões de luz coloridos oficiais usados em shows), consolidando-se como um modelo global de participação cidadã. Os participantes também compartilharam exemplos de iniciativas em que fãs de K-pop impulsionaram mensagens urgentes sobre a crise climática por meio de práticas culturais. Além disso, refletiram sobre como esses grupos podem contribuir de forma mais estruturada nas próximas edições da COP e na governança ambiental internacional. “O engajamento voluntário dos fãs de K-pop comprova que a cultura pode se tornar uma força poderosa na resposta à crise climática. Com este evento, queremos mostrar que a Coreia, como potência cultural, também pode contribuir significativamente para superar os desafios climáticos”, destacou Cheul Hong Kim, diretor do CCCB. O CCCB agradece a presença de todos os participantes e reforça seu compromisso em promover iniciativas que conectem cultura e sustentabilidade.
Data de Publicação 17 Nov 2025 -
[EXPOSIÇÃO] CCCB realiza a abertura da exposição “A Floresta Invisível” no Complexo Cultural Oswald de Andrade
No dia 8 de novembro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) realizou a abertura oficial da exposição “A Floresta Invisível”, da artista sul-coreana Seungyoun Lee, no Complexo Cultural Oswald de Andrade, localizado no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. Em cartaz até 10 de janeiro de 2026, a mostra apresenta uma série de gravuras e instalações que exploram, por meio de cinco narrativas visuais, os múltiplos mundos das florestas tropicais das Américas. “A Floresta Invisível” reflete sobre a interdependência entre natureza e humanidade, convidando o público a imaginar novas formas de coexistência e regeneração ambiental. Inspirada em seu livro “Floresta do mofo dourado”, escrito e ilustrado pela própria artista e lançado no Brasil pela Amelì Editora com o apoio do CCCB, a exposição amplia o universo poético da obra, transformando a literatura em experiência visual e sensorial. Durante a abertura, os visitantes participaram do lançamento do livro e de um bate-papo com Seungyoun Lee, que compartilhou o processo de criação de suas obras, como o painel que fez inspirada em suas viagens pelo Brasil e outros países da América do Sul. O evento contou ainda com uma recepção preparada pelo chef Paulo Shin, que ofereceu um menu de finger foods temáticos. Integrando o conjunto de iniciativas do CCCB em comemoração à COP30, a exposição reforça o compromisso da instituição em promover a sustentabilidade por meio da arte, destacando a importância do diálogo entre cultura, meio ambiente e imaginação, além de convidar o público a refletir sobre a vitalidade das florestas e o papel da arte como ferramenta de sensibilização e transformação em tempos de urgência climática. As iniciativas relacionadas à vinda da artista ao Brasil são realizadas pelo CCCB, com a organização da Seletivo.art e da TRANSiPOT e com o apoio de diversas instituições nacionais e internacionais. Para mais informações sobre as atividades do CCCB, acompanhe o site e as redes sociais da instituição.
Data de Publicação 10 Nov 2025 -
[ESPECIAL] K-pop toma conta do CCSP em um Random Play Dance cheio de energia em parceria com o CCCB
No dia 2 de novembro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB), em parceria com o Centro Cultural São Paulo (CCSP), realizou o evento K-pop Random Play Dance no Espaço Missão, no próprio CCSP, localizado ao lado da estação Vergueiro. A partir das 13h, o local se encheu com a energia dos 60 participantes que dançaram ao som de 140 músicas - dos clássicos de sucesso das gerações passadas aos hits mais recentes do K-pop, unindo fãs de todos os gostos. A atividade, gratuita e aberta ao público, foi conduzida por Emily Rebecca, bailarina e professora de dança com oito anos de experiência no universo do K-pop e integrante de grupos cover. Sob sua mediação, o evento transformou o espaço em uma verdadeira celebração coletiva. Com iniciativas como o K-pop Random Play Dance, o Centro Cultural Coreano no Brasil segue ampliando o intercâmbio cultural entre Brasil e Coreia, promovendo a integração entre os fãs e o entusiasmo pelo K-pop. Este foi o primeiro de muitos encontros que prometem movimentar ainda mais a cena cultural coreana em São Paulo.
Data de Publicação 04 Nov 2025 -
[RODA DE CONVERSA] CCCB participa do V Festival Mário de Andrade
No dia 25 de outubro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) participou do V Festival Mário de Andrade, realizado em celebração ao centenário da Biblioteca Mário de Andrade. O festival reuniu uma programação gratuita e diversa, incluindo a roda de conversa “O feminino na escrita coreana”, realizada pelo CCCB na Sala Silenciosa, no segundo andar da biblioteca. O encontro teve como ponto de partida a figura feminina para discutir as obras da escritora Han Kang, primeira mulher asiática e sul-coreana a receber o Prêmio Nobel de Literatura. Autora de títulos consagrados como A Vegetariana, Atos Humanos, O Livro Branco e Sem Despedidas, Han Kang tornou-se uma das vozes mais reconhecidas da literatura contemporânea, explorando temas como corpo, memória e identidade. Participaram do evento: Ji Yun Kim, professora doutura de Língua e Literatura Coreanas na USP; Paulina Cho, co-fundadora da AIGO, uma livraria de bairro, independente e multicultural; Ing Lee, ilustradora e quadrinista, vencedora do Prêmio Jovens Talentos da Indústria Editoral 2024; e Denise Nobre, idealizadora do Sarangbang, podcast e portal sobre literatura coreana, e mediadora dessa roda de conversa. Com sua participação no festival, o CCCB reforça o compromisso de aproximar o público brasileiro da literatura coreana e de ampliar o diálogo cultural entre Brasil e Coreia por meio de debates e reflexões sobre diferentes perspectivas da criação artística.
Data de Publicação 31 Out 2025 -
[EVENTO] CCCB celebra o primeiro Dia do Hangul em São Paulo com apresentações e palestra sobre a língua coreana
No dia 9 de outubro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) celebrou o primeiro Dia do Hangul em São Paulo, instituído oficialmente como data comemorativa pelo Governo do Estado de São Paulo. Criado pelo Rei Sejong, o Hangul é o sistema de escrita da Coreia do Sul. A partir das 17h, os mais de 100 participantes fizeram fila para receber uma obra com seu nome em coreano, escrito no estilo da caligrafia coreana tradicional (Seoye) pelo artista Sung Ju Na. Durante a abertura, o público presenciou a apresentação musical da soprano Yara Cabral Seixas, aluna do CCCB, e do maestro Daniel Lee, que conduz o Coral Sejong da instituição. Após as falas de abertura dos diretores do CCCB e do Centro de Educação Coreana em São Paulo, os participantes também desfrutaram de um coffee break com bebidas e biscoitos em formato das letras do Hangul. O principal evento da noite foi a palestra “Por que os coreanos falam assim? – O que a língua coreana nos conta sobre os coreanos”, ministrada pela professora Ji Yun Kim, do curso de Língua e Literatura Coreana da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). A professora apresentou aspectos linguísticos e culturais que se refletem na estrutura da língua coreana, explorando as relações entre pensamento, identidade e linguagem. “No coreano, o foco está nas relações entre as coisas do universo naquele instante e lugar. Desta forma, o indivíduo é resultado das relações complexas entre as coisas, não uma essência”, destacou Ji Yun Kim. A plateia, composta por estudantes do curso de língua coreana do CCCB, alunos do Centro de Educação Coreana em São Paulo e da USP, participou ativamente da palestra, compartilhando suas perguntas e reflexões sobre as semelhanças e diferenças entre o coreano e o português. Com essa celebração, o Centro Cultural Coreano no Brasil reforça seu papel na promoção da língua e cultura coreanas, aproximando o público brasileiro das origens e significados do Hangul, um dos maiores símbolos da identidade cultural da Coreia.
Data de Publicação 22 Out 2025 -
[ESPECIAL] Cerimônia de premiação e mesa de discussão celebram a literatura coreana no CCCB
No dia 6 de outubro, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB), em parceria com a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) e com o apoio do Instituto de Tradução Literária da Coreia (LTI Korea), realizou a cerimônia de premiação do Concurso de Resenhas de Literatura Coreana. O evento reuniu estudantes, pesquisadores e entusiastas da literatura, e contou também com uma mesa de discussões sobre literatura coreana, em especial as obras Atos Humanos e Sem Despedidas, de Han Kang, autora ganhadora do Nobel de Literatura. A mesa-redonda foi conduzida pelos jurados do concurso: o poeta Edson Cruz, o professor de História da Ásia, Fabiano Bracht, e a professora doutora de Estudos Coreanos, Yun Jung Im. A conversa foi mediada por Ji Yun Kim, que atua como professora e foi responsável pela tradução do livro Atos Humanos para o português brasileiro. Durante a discussão, Yun Jung Im destacou os fatos históricos da Coreia retratados nas obras e evidenciados nas resenhas. Edson Cruz destacou a singularidade da escrita de Han Kang, ressaltando a dificuldade de enquadrá-la em um único gênero. Já Fabiano Bracht contextualizou os eventos narrados nos livros dentro de um longo processo histórico de resistência do povo coreano. O primeiro lugar do concurso foi concedido a Vítor Amaral Córdoba, autor da resenha “Atos Humanos: Um Pagode de Ciclos”. O segundo lugar foi dividido entre Caroline Moreno Botelho Pereira, que viajou da Bahia para prestigiar presencialmente o evento, e Luana Garcia Ibanes Morins. Já o terceiro lugar contemplou Suzana do Nascimento Veiga, Sofia Schwabacher e Flavia Barbosa Lima, que apresentaram análises sensíveis e profundas sobre a memória coletiva e o papel das mulheres na literatura da autora coreana. Durante o evento, Vítor Amaral Córdoba destacou a importância do Centro Cultural Coreano no Brasil na difusão gratuita e acessível da literatura e da cultura coreana, ressaltando as semelhanças entre os contextos históricos do Brasil e da Coreia, ambos marcados por períodos de ditadura e resistência. Além da entrega dos prêmios, o público pôde participar de um quiz sobre cultura e história da Coreia do Sul, no qual foram distribuídos mais de 20 livros. A programação também contou com um coffee break com comidas tradicionais do Chuseok, feriado tradicional coreano, e um momento de perguntas e respostas com o público, que demonstrou grande interesse e engajamento ao dialogar com os jurados. Com a realização da cerimônia e das discussões literárias, o Centro Cultural Coreano no Brasil reforça seu compromisso em incentivar o interesse pela literatura coreana contemporânea, promovendo espaços de reflexão, intercâmbio cultural e aproximação entre leitores brasileiros e as expressões artísticas da Coreia.
Data de Publicação 08 Out 2025