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Atividades

[CINEMA] Conheça os filmes da mostra “O realismo crítico de Leon Hirszman e Park Kwang-su”

  • Data de Publicação11 Fev 2026



Entre os dias 19 de fevereiro e 1º de março, a Cinemateca Brasileira realiza a mostra O realismo crítico de Leon Hirszman e Park Kwang-su, em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) e o Korean Film Archive (KOFA).

A mostra convida o público a revisitar os clássicos de Leon Hirszman e a descobrir o cinema de Park Kwang-su, relevante nome na história do cinema coreano ainda pouco difundido no Brasil.  

Toda a programação é gratuita, e os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada sessão.

Para mais informações sobre a mostra O realismo crítico de Leon Hirszman e Park Kwang-su”, clique aqui

 

Filmes da mostra

Pedreira de São Diogo

1962, 18 min

Diretor: Leon Hirszman

Sinopse: No Morro São Diogo, o perigo vem de baixo. Explosões constantes em uma pedreira ameaçam destruir a favela, forçando moradores e operários a se unirem para salvar suas casas.

Exibição: 19 de fevereiro, às 20h

 

O extraordinário jovem Jeon Tae-il

1995, 92 min

Diretor: Park Kwang-su

Sinopse: Jeon Tae-il é um jovem pobre que abandona o comércio ambulante para trabalhar em uma fábrica de roupas. Em meio a péssimas condições de trabalho, ele compra um livro de direito, busca ajuda do governo, forma uma associação e conversa com repórteres. Quando as condições não mudam, ele toma uma atitude drástica. Baseado na história real de Jeon Tae-il, cuja luta o transformou em um mártir do movimento trabalhista sul-coreano.

Exibição:

  • 19 de fevereiro, às 20h

  • 28 de fevereiro, às 15h

 

Eles também são como nós

1990, 100 min, DCP

Diretor: Park Kwang-su

Sinopse: Em uma vila de mineração coberta por uma camada de poeira cinzenta, um homem que se passa por Kim Gi-yeong encontra refúgio do inverno e da lei. Procurado pela polícia por um crime cometido sob o regime autoritário da década de 1980, ele se esconde como um trabalhador em uma fábrica de briquetes. (Foto: Cortesia de Cho Hee-Moon).

Exibição:

  • 20 de fevereiro, às 17h30

  • 1º de março, às 15h

 

Maioria absoluta

1962, 18 min, DCP

Diretor: Leon Hirszman

Sinopse: Estatísticas, entrevistas e informações históricas sobre a problemática do latifúndio na estrutura agrária brasileira. Depoimentos de camponeses e imagens do Palácio do Planalto, Congresso Nacional em Brasília e a alfabetização pelo método Paulo Freire.

Exibição: 20 de fevereiro, às 20h

 

Eles não usam black-tie

1981, 134 min, 35mm

Diretor: Leon Hirszman

Sinopse: Otávio é um militante sindical que organiza um movimento grevista para resistir às práticas exploradoras de uma metalúrgica, na qual seu filho Tião também trabalha. Mas, com a namorada grávida, o jovem resiste à greve para não perder o emprego.

Exibição: 20 de fevereiro, às 20h

 

Chilsu e Mansu

1988, 109 min

Diretor: Park Kwang-su

Sinopse: Chilsu é um pintor de outdoors falastrão que tem dificuldades em manter um emprego. Ele faz amizade com Mansu, um trabalhador competente e inteligente que é impedido de progredir na vida porque seu pai é um simpatizante comunista não reformado.

Exibição:

  • 21 de fevereiro, às 20h

  • 26 de fevereiro, às 17h30

 

Quero ir àquela ilha

1993, 102 min

Diretor: Park Kwang-su

Sinopse: Moon Chae-gu tenta levar o corpo do pai de volta à ilha natal de Kwisong para ser enterrado. A balsa em que viaja, porém, é interceptada por moradores da ilha, que se recusam a permitir o desembarque devido ao passado político do falecido nos anos 1950, quando atuou como informante contra supostos simpatizantes comunistas. (Foto: Cortesia de Cho Hee-Moon).

Exibição:

  • 22 de fevereiro, às 15h

  • 25 de fevereiro, às 20h

 

A falecida

1965, 85 min, DCP

Diretor: Leon Hirszman

Sinopse: Nos subúrbios cariocas, Zulmira, mulher solitária e frustrada, encontra na obsessão pela própria morte uma forma de afirmação. Compra um caixão de luxo e planeja um funeral grandioso como revanche contra a vida medíocre – e para provocar inveja na prima.

Exibição: 22 de fevereiro, às 17h30

 

Sessão Curtas em 8mm de Park Kwang-su (48 min)

Diretor: Park Kwang-su

Filmes exibidos:

  • Eles também são como nós – curta (1982, 18 min)

Sinopse: Três batedores de carteira, liderados por So-hoon, vivem de pequenos golpes e ócio pelas ruas. Um dia, So-hoon reencontra Neung-han, um antigo amigo de faculdade que, ao saber da precária situação do grupo, decide ajudá-los. No entanto, os três jovens bolam um plano para pregar uma peça nele.

 

  • A ilha (1981, 30 min)

Sinopse: O filme se inicia com um "filme dentro do filme", que encena o conflito entre um pai e dois filhos. Enquanto o mais velho, Hong-jun, tenta compreender e se reaproximar do pai, marcado por um erro do passado, o caçula, Man-ho, vaga sem rumo, incapaz de aceitar ou entender suas ações. Aos poucos, Hong-jun percebe que a história que está filmando espelha de forma inquietante a realidade vivida por seu irmão.

Exibição: 26 de fevereiro, às 16h

 

Garota de Ipanema

1967, 90 min

Diretor: Leon Hirszman

Sinopse: Márcia é uma típica garota de Ipanema. Toma banho de mar no Castelinho, vai a festas, frequenta as rodas intelectuais, gosta de bossa nova, estuda na PUC e namora um campeão de surf. Incerta quanto a seu futuro, angustiada em sua busca pela felicidade, ela representa uma maneira de ser da classe média.

Exibição: 26 de fevereiro, às 20h

 

A rebelião

1999, 100 min, 35mm

Diretor: Park Kwang-su

Sinopse: O ano é 1901. Para arcar com as indenizações de guerra, o governo real em Seul impõe altos impostos sobre toda a Coreia. Em Jeju, ilha vulcânica pobre e rochosa no extremo sul do reino, o descontentamento da população cresce rapidamente. A situação se agrava com o apoio da comunidade católica local aos cobradores de impostos. Diante disso, um grupo de estudiosos confucionistas decide organizar um exército rebelde para enfrentar a injustiça do governo.

Exibição:

  • 27 de fevereiro, às 15h

  • 28 de fevereiro, às 20h

 

ABC da Greve

1979–1990, 75 min, digital

Diretor: Leon Hirszman

Sinopse: O documentário acompanha a efervescência do movimento sindical no ABC paulista no final dos anos setenta, que se mobilizou para realizar as primeiras greves no Brasil desde 1968. Filmado em 16mm, o filme traz registros dos operários metalúrgicos das grandes fábricas automobilísticas e multinacionais na luta por melhores salários e melhores condições de vida, tornando-se um registro essencial daquele movimento popular que precedeu a anistia política e a redemocratização do país.

Exibição:

  • 27 de fevereiro, às 17h30

 

 

Sessão A música popular por Leon Hirszman (73 min)

Diretor: Leon Hirszman

Filmes exibidos:

  • Cantos de trabalho: mutirão (1976, 13 min)

Sinopse: O filme registra, em Chã Preta (AL), um mutirão: trabalho coletivo que alivia o peso de tarefas penosas. A capina de um roçado e a tapagem de uma casa são acompanhadas de cantos que têm raízes nas culturas indígenas, africanas e europeias.

 

  • Cantos de trabalho: cacau (1975, 11 min)

Sinopse: A agricultura de cacau em Itabuna (BA) e sua sociabilidade que produz um tipo de canto originado na "pisa" da fruta.

 

  • Cantos de trabalho: cana-de-açúcar (1976, 10 min)

Sinopse: A cantoria dos trabalhadores da cultura da cana-de-açúcar na região de Feira de Santana (BA).

 

  • Nelson Cavaquinho (1969, 13 min)

Sinopse: O cotidiano do sambista Nelson Cavaquinho. Sua casa, sua família e sua música melancólica no bairro da Lapa, Rio de Janeiro.

 

  • Partido alto (1976–1982, 20 min)

Sinopse: Com raízes na batucada baiana, o samba de partido-alto sofre naturais variações porque, ao contrário do samba comprometido com o espetáculo, é uma forma livre de expressão e comunicação imediata, com versos simples e improvisados, de acordo com a inspiração de cada um.

Exibição:

  • 28 de fevereiro, às 17h30

 

São Bernardo

1972, 114 min, 35mm

Diretor: Leon Hirszman

Sinopse: Paulo Honório, sertanejo de origem humilde, determinado a ascender socialmente, faz fortuna como caixeiro-viajante e agiota. Em uma manobra financeira, assume a decadente propriedade São Bernardo, fazenda tradicional do município de Viçosa, Alagoas. Recupera a fazenda, expande a sua cultura, introduz máquinas para tratamento do algodão, entra na sociedade local. Desejando um herdeiro para um dia assumir o fruto da acumulação do capital, estabelece um contrato de casamento com a professora da cidade, Madalena. O casamento se consuma, mas gradativamente as diferenças entre eles se acentuam.

Exibição: 1º de março, às 17h30